I want to be free…
25_02_09
Aprendi com o tempo o valor de ser verdadeiro.
Ter a consciencia tranquila e isto ser reconhecido naturalmente pelas outras pessoas ao simplesmente notarem sua coerencia em suas palavras e suas ações.
Nos enganamos ao crer que uma omissão ou uma mentira pode ser benéfica ao relacionamento humano. Nunca é.
Na verdade é uma grande falta de ética agir desta forma, mas o mundo tem sido tão sujo que aparenta que essa atitude tende a ser normal. O pior de tender a esta falsa normalidade, é que ele quase que nos obriga a ser assim para nos adequarmos a sujeira que ele tem sido.
Conheci uma pessoa que me mostrou o valor de tudo isso, uma pessoa verdadeira que balançou o entendimento que um dia tive sobre a dança da vida.
A nossa criação e o proprio mundo, vão moldando essa nossa concepção do certo e errado e eu estou sempre na busca desta resposta. O que é certo e o que é errado, esta tem sido durante anos da minha existência a minha maior indagação.
Só sei que ao lado dessa pessoa eu entendi muita coisa em pouco tempo que eu levaria, provavelmente, anos para entender sozinho.
É louvável a personalidade dela. O sentido real de integridade é muito latente no convivio e nas atitudes e palavras dela.
Quero ser visto da mesma forma. É muito bom ser real, ter os pés no chão e a cabeça em cima do pescoço, mas exatamente em cima e não por cima da própria cabeça devaneando sobre nossa existência em algum lugar do universo.
Isso tudo é muito confuso. Nossa ética é abalada, nossa integridade é colocada a prova e nossa conversão para a veracidade é eminente.
Em um determinado momento coloquei tudo a perder. Meus sonhos, meu futuro, minha vida e não quero isso pra mim. Quero e estou determinado a ser apenas humano, da melhor forma possÃvel. Não manipularei a vida com palavras jogadas ao ar com atitudes incoerentes e com controversas.
Já errei muito, mas os erros não podem ser multiplicados por novos erros que apenas floreiam e enfeitam aquele mal. Ser verdadeiro é o mais importante. Ser coerente é mais importante. Isso é apenas respeito próprio para não se auto colocar em permanentes situações embaraçosas. Basta ser você, mais nada.
Comentário por Thali — 25_02_09 (19:10)
Nossas personagens são felizes quando assumem o controle das mais variadas situações. São felizes quando suas habilidades teatrais atingem a resposta exata do público. Mas atingindo ou não, se satisfazem, apenas, momentaneamente. O nosso “EU” dominante, aquele que rege, que permeia a essência de todas as coisas, este sim é capaz de atingir a felicidade plena. Aconteça o que acontecer. A dádiva do vôo livre é só para o “EU” original, que se aperfeiçoa, que erra, mas que aprende e se modifica dentro dos próprios princÃpios fundamentais. A essência da gente é mágica. Bjs, meu querido.